terça-feira, 25 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Ano lectivo 2009/2010
Para que no início do próximo ano lectivo, não hajam problemas sobre a abertura de turmas, pede-se aos alunos que estejam inscritos em todas as cadeiras desejadas.
Os alunos que tenham dificuldade nas inscrições (algumas cadeiras ainda não estão disponíveis para inscrição online), devem resolver o assunto com URGÊNCIA.
Por favor, a partir do dia 17 de Agosto, podem mandar um email para a seguinte morada: "FECN" fecn.teixeiratrigo@ulusofona.pt
Neste email deverão indicar o nome completo, número de aluno e problema encontrado (de maneira detalhada e clara). A secretária da Faculdade mandará esta informação para os serviços competentes da Universidade.
Se após alguns dias, o problema persistir, poderá contactar directamente a secretária da Faculdade para avisa-la, ou mandar o mesmo email com a menção "ainda para resolver".
Contamos com a ajuda de todos para que o próximo ano lectivo começe com eficiência!
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8/04/2009
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
Divulgação de Mestrados

Divulgação de Mestrados
Dia 23 de Julho no Auditório Agostinho da Silva
Programa:
14:30 - Abertura da Sessão
15:00 - Mestrado "Quimica em Óleos essenciais
15:30 - Mestrado " Engenharia Biotecnológica"
16:00 - Intervalo
16:30 - Mestrado "Biologia do Desenvolvimento"
17:00 - Mestrado " Ensino da Biologia e Geologia"
17:30 - Mestrado " Engenharia do Ambiente"
18:00 - Encerramento
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7/22/2009
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terça-feira, 21 de julho de 2009
«Walking on the Moon» há 40 anos!
A tripulação da Apollo 11. Da esquerda para a direita: Armstrong, Collins, AldrinA 4 de Outubro de 1957, o soviético Sputnik, tornou-se no primeiro satélite a orbitar a Terra. A 3 de Novembro de 1957, a cadela soviética Laika tornou-se no primeiro animal a deixar a Terra. A 12 de Abril de 1961, o soviético Yuri Gagarin tornou-se no primeiro humano a orbitar a Terra. A 16 de Junho de 1963, a soviética Valentina Tereshkova tornou-se na primeira mulher a chegar ao espaço. A 18 de Março de 1965, o soviético Alexey Leonov tornou-se no primeiro humano a sair da nave espacial para “caminhar” pelo espaço; curiosamente, Leonov foi o cosmonauta escolhido pela União Soviética para ser o primeiro humano a pôr um pé na Lua. Todos estes primeiros lugares conseguidos pelos Soviéticos não passaram desapercebidos aos americanos.
O Presidente Kennedy deu os primeiros sinais de que queria mudar o rumo das coisas numa Sessão Conjunta do Congresso, a 25 de Maio de 1961. Nesse discurso, algumas palavras ficaram famosas: “First, I believe that this nation should commit itself to achieving the goal, before this decade is out, of landing a man on the Moon and returning him back safely to the Earth” (“Em primeiro lugar, acredito que esta nação deve dar tudo para atingir o objectivo, antes desta década acabar, de pousar um homem na Lua e retorná-lo com segurança à Terra”).
O mesmo Presidente, na Universidade Rice, a 12 de Setembro de 1962, espalhou mais umas palavras memoráveis: “No nation which expects to be the leader of other nations can expect to stay behind in this race for space” (“Nenhuma nação que espera ser o líder das outras nações poderá perder a corrida espacial”), e “We choose to go to the Moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard” (“Nós escolhemos ir à Lua nesta década e fazer outras coisas, não porque elas são fáceis, mas sim porque elas são difíceis”).
Kennedy pôs os EUA a trabalharem para um objectivo comum e grandioso, empregando milhões de pessoas e, sobretudo, dando-lhes algo com que sonhar.
Após as missões Mercury e Gemini, vieram as missões Apollo. A 16 de Julho de 1969, a Apollo 11 partiu em direcção à Lua, com o comandante Neil Armstrong, o piloto do Módulo Lunar Edwin “Buzz” Aldrin, e o piloto do Módulo de Comando Michael Collins. A 19 de Julho, a Apollo 11 entrou em órbita lunar. A 20 de Julho, numa descida dramática, com somente 25 segundos de combustível disponível, Armstrong pousou o módulo lunar. Às 21h17 em Portugal, o sonho de Kennedy e de muitos outros “loucos idealistas” concretizava-se. Nas famosas palavras de Armstrong: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed”. (“Houston, estamos na Base Tranquilidade. A Águia pousou”). A Apollo 11 pousou na região lunar denominada Mar da Tranquilidade e o módulo lunar tinha sido denominado de Águia.Na madrugada do dia 21 de Julho em Portugal, Armstrong saiu do módulo lunar. Às 3h56, ao pisar o solo lunar, Neil Armstrong pronunciou as famosas palavras: “That’s one small step for man, one giant leap for mankind” (”Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a humanidade”).
Quinze minutos mais tarde Buzz Aldrin também pisou o solo lunar, descrevendo-o como uma “magnificent desolation” (”desolação magnífica”).
Após pouco mais de 2 horas e meia na superfície lunar, de carregarem com mais de 20 quilos de rochas e pó lunar, de deixarem reflectores na Lua de modo a calcularem a distância Terra-Lua por laser, de deixarem a bandeira americana cosida pela portuguesa Maria Isilda Ribeiro que trabalhava em New Jersey, de deixarem a placa dizendo “Here Men From The Planet Earth First Set Foot Upon the Moon, July 1969 A.D. We Came in Peace For All Mankind” (“Em Julho de 1969, Humanos do Planeta Terra pela primeira vez puseram o pé na Lua. Viemos em paz por toda a humanidade”), entre outras experiências científicas que realizaram e outras coisas que deixaram por lá, os astronautas da Apollo 11 finalmente deixaram a Lua, e fizeram a viagem de regresso à Terra.
A 24 de Julho de 1969, às 17h50 em Portugal, voltaram à Terra são e salvos, como Kennedy tinha anunciado oito anos antes. Depois da Apollo 11 em Julho de 1969, foram também à Lua as missões: Apollo 12 em Novembro de 1969, Apollo 14 em Fevereiro de 1971, Apollo 15 em Julho/Agosto de 1971, Apollo 16 em Abril de 1972, e Apollo 17 em Dezembro de 1972.
Texto por Carlos F. Oliveira, Investigador, estudante de doutoramento e professor de astrobiologia na Universidade de Austin (Texas)
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Joana Lopes
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7/21/2009
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
Centro de Neurociências e Biologia Celular: três em um!
Programa MIT - Portugal reconhece investigação desenvolvida na Universidade de Coimbra

A plataforma científica, desenvolvida no Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra “acaba de vencer a competição das Bio-Innovation Teams (Bio-Teams)”, promovida pelo Programa MIT – Portugal, e foi o terceiro prémio que obteve no espaço de um ano (dois nacionais e um internacional), revela uma nota de imprensa da instituição.
João Malva, da Faculdade de Medicina de Coimbra, adiantou à Agência Lusa que a investigação que coordena se desenrola há quatro anos no domínio da reparação cerebral, em torno das propriedades das células e na identificação de novos fármacos. Segundo uma nota de imprensa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), o resultado da investigação encontra-se já protegido por cinco patentes internacionais.
Além da busca de novos fármacos que reparem as doenças no cérebro, o conhecimento do funcionamento das células, segundo o investigador, poderá vir a possibilitar a “educação das células imaturas” (estaminais) para gerarem neurónios que substituam os que se encontram danificados.
“Em resumo, a plataforma permite avaliar, em simultâneo, um gigantesco número e diversidade de células e obter a informação detalhada do comportamento de cada uma”, explica o investigador.
Estas pesquisas de novas estratégias neuroprotectoras e de reparação cerebral, que João Malva classifica de “investigação pura”, poderão ser úteis no tratamento de doenças neurogenerativas, como as doenças de Alzheimer ou de Parkinson.
“Explorando a capacidade do cérebro adulto, de gerar novas células do cérebro, esperamos que um dia a ciência consiga utilizar este potencial para curar doenças”, conclui João Malva.
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7/20/2009
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Grande Barreira de Coral em perigo
O maior e mais diverso ecossistema marinho está em risco devido ao aumento da temperatura dos mares bem como à sua acidificação por absorção de dióxido de carbono, estando condenado se as emissões de carbono continuam a crescer a este ritmo.Quem o afirma é Charlie Veron, antigo cientista principal do Instituto Australiano de Ciência Marinha que adverte “Não existe nenhuma saída, nenhuma escapatória. A Grande Barreira de Coral terá desaparecido dentro de 20 anos ou assim”. De acordo com o investigador, uma vez atingidos os níveis de dióxido de carbono previstos para entre 2030 e 2060, os corais estão condenados à extinção.´
Este aviso de um eminente cientista surge ao mesmo tempo que a Zoological Society of London (ZSL) e a International Programme on the State of the Ocean (IPSO), depois de reunir em Londres, afirmam em comunicado que a meio do século as extinções dos recifes de coral por todo o mundo serão inevitáveis.
Segundo Alex Roger, director científico da IPSO “Os recifes de coral são os ecossistemas marinhos mais sensíveis” O aumento do dióxido das emissões de dióxido de carbono tem o duplo efeito de causar a redução do pH marinho bem como o aquecimento das águas, influenciando negativamente os corais de duas maneiras. Por um lado, o aumento da temperatura faz com que os corais expulsem as algas simbióticas que lhes fornecem nutrientes enquanto, por outro lado, a acidificação da água impede os corais de crescer. “Os corais estão seguros a 350 ppm de CO2. Hoje estamos 387ppm. A partir dos 450ppm o destino dos corais está traçado” afirma Alex Roger.
A Grande Barreira de Coral vale hoje 4,5 biliões de dólares por ano e todos os recifes do mundo em conjunto ascendem aos 300 biliões de dólares. “Mas isto é trivial comparado com os custos se os recifes de coral falharem” adverte Veron. “Então não vai ser uma questão de lucro, vai ser uma questão de danos causados às formas de vida, às economias e aos ecossistemas”, afirma o investigador.
Texto retirado daqui
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Carina
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7/16/2009
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Técnicos Superiores
Especial interesse em licenciados com alguma experiência nas áreas de ensino, dinamização de eventos e acompanhamento de visitas guiadas, que dominem a língua inglesa (conversação).
Os interessados poderão entregar o seu CV no OMA (Fábrica da Baleia – Monte da Guia), ou enviar por e-mail (geral@oma.pt) idealmente até dia 25 Julho de 2009, indicando qual a sua disponibilidade para eventual colaboração. Para qualquer esclarecimento adicional, contactar 926623369 ou 292 292 140.
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7/15/2009
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Revista «Nature» publica estudo do Consórcio Internacional para a Esquizofrenia
Os resultados desta investigação, na qual participaram psiquiatras do Instituto de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), foram publicados a 1 de julho na revista «Nature».
“Cada gene individualmente tem um efeito muito pequeno, só a soma de todos esses genes é que determinam o efeito geral”, explica ainda António Ferreira de Macedo, investigador da FMUC que, com Maria Helena Pinto de Azevedo, é um dos co-autores do artigo.
O estudo permitiu identificar associações significativas num gene do cromossoma 22, numa vasta região do cromossoma 6, e num gene localizado no cromossoma 2. Apesar de a esquizofrenia ser uma doença de transmissão complexa – para além de envolver uma forte componente genética, existem ainda factores ambientais no desencadeamento da patologia –, a identificação dos genes envolvidos poderá ter, a médio ou longo prazo, implicações na melhoria do diagnóstico e no desenvolvimento de fármacos.
«Se forem descobertos os mecanismos causais da doença poderão ser desenvolvidos fármacos que intervenham melhor nesses mecanismos», refere António Ferreira de Macedo.
Esquizofrenia e doença bipolar
O estudo comparou ainda os resultados obtidos com amostras de doentes bipolares, concluindo que um número significativo dos genes envolvidos no caso da esquizofrenia é comum à doença bipolar. «Uma boa parte das variações genéticas envolvidas são comuns a ambas as doenças, isto é, a esquizofrenia e doença bipolar partilham parte da sua vulnerabilidade genética», indica António Ferreira de Macedo.
O estudo baseou-se no método do genome-wide association study, que permite identificar rapidamente marcadores ao longo do ADN completo de diversas pessoas na procura de variações genéticas. A amostra, que reuniu os dados recolhidos ao longo de vários anos por diversos centros de investigação europeus, nomeadamente da FMUC, envolveu 3322 europeus com esquizofrenia e 3587 pessoas no grupo de controlo (pessoas sem a doença).
Artigo: «Common polygenic variation contributes to risk of schizophrenia and bipolar disorder», The International Schizophrenia Consortium, «Nature» (link: www.nature.com/nature/journal/vaop/ncurrent/full/nature08185.html)
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7/04/2009
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Código genético não é universal e pode evoluir em raros casos
Um consórcio internacional liderado por investigadores do Broad Institute – Instituto conjunto da Universidade de Harvard e do MIT – que integra um grupo de investigadores da UA e do seu Laboratório Associado, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), publica um artigo na revista «Nature» com os resultados de um estudo que apresenta a sequenciação e anotação dos genomas de oito fungos patogénicos.
A investigação mostra como oito fungos patogénicos interagem com o sistema imunitário e como causam infecção, revelando, ainda, características fundamentais dos seus genomas que permitem compreender a sua ecologia, mecanismos de reprodução e adaptação.
“Muitas vezes, o código genético é confundido com o genoma, mas são diferentes”, relembra Manuel Santos. O investigador assinala ainda ao «Ciência Hoje» que “o primeiro corresponde a um conjunto de regras bioquímicas que define como a informação contida no DNA é traduzida para a que está contida nas proteínas”.
O artigo explica como é possível alterar o código genético e é aqui que surge uma violação desse dogma da Biologia, ou seja, uma das teorias desta ciência “diz que o código genético é universal, não pode evoluir e caso aconteça poderá ser letal, mas este estudo invalida esta afirmação”, reiterou o investigador da UA.
No código genético, a informação distribui-se num conjunto de três letras ao qual se chama codão e, por exemplo, o CTG é lido como leucinas (células que lêem as proteínas) e “se houver uma troca altera-se o significado, tal como num texto”.
Casos raros
No entanto, Manuel Santos assinala que “acontece apenas em casos raros” e “levanta muitas questões”. As proteínas quando sintetizadas “são alteradas”. Por exemplo, nas células humanas verificam-se dois genomas: “o nuclear, que contém todos os genes que nos formam e o mitocondrial, muito mais pequeno e onde se pode observar uma alteração ao código genético, embora diferente da dos fungos”, refere.

Estes escassos casos são mais comuns em Mitocôndrias (um dos organelos celulares mais importantes para respiração celular) dos eucariotas (organismos cujas células têm núcleo definido).
Para o docente da UA, esta alteração não é novidade, mas sim o facto de se poder explicar a forma como evolui. “Para entender este código químico é necessário conhecê-lo, tal como um código Morse ou Braille”.
A análise dos fungos em estudo relevou que os codões CUG, que no código genético dos outros seres vivos codificam o aminoácido leucina, alteraram a sua identidade para o aminoácido serina. Os resultados mostram que 99 por cento dos codões CUG originais desapareceram destes genomas e que reemergiram em novas posições nos genes com um significado diferente. Por último, o estudo revê o catálogo dos genes do principal fungo patogénico Candida albicans, identificando inúmeros genes novos.
O artigo publicado reporta os fungos do género Candida como sendo a maior causa de infecções fúngicas oportunistas a nível mundial, fala das sequências dos genomas de oito espécies e compara-os destacando os patogénicos e não patogénicos.
Nos primeiros existe uma expansão significativa no número de genes que codificam componentes das paredes celulares e de proteínas excretadas, bem como de outras proteínas envolvidas no transporte de nutrientes do meio ambiente para o interior das células, o que sugere adaptações associadas à patogénese nestes fungos.
“Em três das espécies diplóides grandes regiões do genoma são homozigóticas, sugerindo recombinação recente dos seus genomas. Surpreendentemente, em algumas das espécies não foi possível encontrar vários dos componentes que controlam o mecanismo de divisão celular, o que levanta novas questões sobre a maneira como estes fungos se produzem”, pode ler-se no artigo.
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7/04/2009
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Curso de Iniciação à Fotografia - Mil Cores
4 de Julho
9:30-13h: Teoria, demonstrações ao vivo
15-18h: Teoria, demonstrações, projecção de diapositivos
11 de Julho (continuação)
9:30-13h: Teoria, demonstrações
15-18h: Teoria, demonstrações.
Apoio aos participantes: pode trazer a sua câmara para saber como tirar o melhor partido dela
12 de Julho (conclusão)
10-13h ou 15h-18h: Saída para praticar os conhecimentos adquiridos
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6/24/2009
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domingo, 31 de maio de 2009
Bolsas de Integração na Investigação no ISA
1. De acordo com o objectivo deste tipo de bolsa, a grande prioridade é dada aos alunos de 1º ciclo do ensino superior (incluindo estudantes do 1º ano). Contudo, também poderão apresentar candidaturas alunos de 2º ciclo ou de mestrados integrados. Os candidatos deverão ter bom desempenho escolar, estar inscritos em instituições nacionais do ensino superior público ou privado. O objectivo das BII é estimular a iniciação na actividade científica e de desenvolvimento de sentido crítico, criatividade e autonomia, através da sua integração em projectos de investigação.
2. Este tipo de bolsa tem a duração de um ano, renovável por mais um ano, desde que noutra instituição de acolhimento.
3. Os projectos serão realizados no Centro de Botânica Aplicada à Agricultura, Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, e abrangem as áreas de Genética e Citogenética
Molecular, Genómica Funcional, Bioquímica Funcional, Microbiologia, Vegetação e Conservação.
Duração e valor da bolsa:
As bolsas Integração na Investigação Científica têm duração de um ano podendo ser renováveis por igual período num novo projecto noutra instituição de investigação. O valor da bolsa é 140 euros mensais.
Prazos:
As candidaturas estão abertas entre 11 de Maio e 15 de Junho de 2009, devendo os respectivos
formulários e documentação solicitada ser enviados a:
Centro de Botânica Aplicada à Agricultura
Instituto superior de Agronomia
Tapada da Ajuda
1349-017 Lisboa
1. Purificação de proteínas-alvo com potencial farmacêutico.
Sara Monteiro
2. Interacções metabolómicas/proteómicas nos vinhos. À procura do factor X.
Ricardo Ferreira
3. Caracterização da actividade antimicrobiana de um polipéptido isolado de plantas do género Lupinus
Jorge Anjos
4. Quais as causas genéticas para a maior ou menor tolerância ao stresse das castas de videira?
Luísa Carvalho
5. A influência das peroxiredoxinas na resposta ao stresse ambiental
Patrícia Vidigal
6. Stress térmico: efeitos na remodelação epigenética, nivéis de transcrição e reoorganização de sequências ribossomais.
Manuela Silva
7. Genómica da parede celular de videira.
8. Caracterização da variabilidade genómica entre castas e clones de videira.
Sofia Pereira
9. Prática da selecção das castas de videira.
Antero Martins
10. Influência de parâmetros florais e populacionais no sucesso reprodutivo de Limonium spp.
Ana Caperta
11. Caracterização Micromorfológica E Dos Óleos Essenciais De Lavandula spp.
Ana Monteiro
12. Base de dados do Herbário João de Carvalho e Vasconcellos.
José Carlos Costa
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Joana Lopes
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5/31/2009
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
"Moluscos Marinhos _ Atlas das Ilhas Selvagens"

Para efectuar so pedidos dos exemplares contactar:
via e-mail:dramb.sra@gov-madeira.pt
via correio:Direcção Regional do AmbienteRua Dr. Pestana Júnior, n.º 6 - 3 Dto9064-506 Funchal
via telefone:291 207350 (telefone geral)800 21 20 21 (linha do ambiente - número verde)
via fax:291 229438
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Joana Lopes
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5/29/2009
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Workshop de Técnicas de Escrita Científica
A elaboração de artigos científicos e a preparação de comunicações orais e sob a forma de posters são actividades de rotina associadas à investigação científica. As avaliações do mérito dos investigadores e das unidades de investigação são igualmente função da produtividade alcançada relativamente a estes formatos de divulgação de resultados científicos.
O workshop abordará essencialmente as técnicas de escrita científica para elaboração de artigos científicos (artigos regulares, nota-breves, artigos de revisão) e a preparação de comunicações orais e sob a forma de poster (utilização de suporte informático e técnicas de comunicação oral). Serão ainda apresentadas algumas considerações sobre a redacção de teses e monografias, bem como o processo de revisão de artigos científicos.
O workshop decorrerá sob a forma de sessões teóricas modulares, nas quais se procurará promover a discussão das várias temáticas e análise de casos de estudo envolvendo todos os participantes.
Os principais destinatários são estudantes universitários de diversos níveis de ensino (Licenciatura, Mestrado e Doutoramento). No entanto, o workshop poderá ser igualmente útil a investigadores que queiram aperfeiçoar as suas capacidades técnicas de produção de artigos científicos e de outros formatos de divulgação do conhecimento científico.
Local: Departamento de Geologia da FCUP
Horário: das 9:00 às 17:00
N.º vagas: 25
Preço: 180€ (120€ para estudantes); o valor da inscrição inclui pasta com documentação, CD do workshop, coffee breaks e certificado do workshop.
Contacto: Susana Amaral (e-mail: smamaral@fc.ul.pt)
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5/27/2009
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Inauguração do Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico
No dia 22 de Maio de 2009 (Dia Internacional da Biodiversidade), teve lugar a cerimónia de transferência de gestão do Centro Nacional de Reprodução do Lince-ibérico (CNRLI) da empresa “Águas do Algarve” para o ICNB. Este Centro foi construído em Silves, pela empresa “Águas do Algarve”, como medida de compensação dos impactos causados pela construção da Barragem de Odelouca. Localizado em zona de habitat histórico de Lince-ibérico (Linx pardinus), esta estrutura tem capacidade para alojar 16 linces reprodutores. A sua gestão passará a estar a cargo do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), com financiamento da Águas do Algarve.
O CNRLI constitui, assim, uma importante ferramenta para a conservação desta espécie, cuja sobrevivência depende, sobretudo, de acções de conservação do matagal mediterrânico, habitat importante para muitas outras espécies e do qual o Lince-ibérico se pode considerar como um símbolo.
Assim, no Dia Internacional da Biodiversidade 2009, foi dado mais um importante passo para que o Lince-ibérico, espécie endémica que apenas existe em Portugal e Espanha, possa, no futuro, deixar de ser considerado o felino mais ameaçado do mundo.
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Anónimo
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5/25/2009
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terça-feira, 19 de maio de 2009
Cientistas descobrem fóssil que confirma teoria de Darwin
Um grupo de cientistas descobriu um esqueleto fossilizado de um macaco com 47 milhões de anos, visto como o elo que faltava na evolução humana. O pequeno fóssil, de uma jovem macaca, foi baptizado de Ida.
A busca de uma ligação directa entre os seres humanos e o resto do reino animal dura há 200 anos e foi apresentada hoje ao mundo numa conferência de imprensa especial em Nova Iorque.
A descoberta de 95% do «macaco lemur» é descrita pelos especialistas como a «oitava maravilha do mundo» e acrescentam que o seu impacto no mundo da paleontologia será «algo como um asteróide a atingir a Terra».
Os investigadores afirmam que a prova desta espécie de transição confirma finalmente a Teoria da Evolução de Charles Darwin e as suas então ideias radicais.
Sir David Attenborough afirmou que Darwin «teria ficado emocionado» ao ver este fossil, salientando que a descoberta diz «quem nós somos e de onde nós vimos».
«Esta pequena criatura vai mostrar-nos a nossa ligação ao resto dos mamíferos. Este é o que nos relaciona directamente com eles», disse, acrescentando que «agora as pessoas podem dizer: «Está bem, somos primatas, mostrem-nos a ligação».
«O elo que até agora diziam que faltava, já aí está», sublinhou.
Uma equipa dos maiores especialistas do mundo em fósseis, liderada pelo Professor Jorn Hurum, do Museu de Nacional de História da Noruega, tem estado a analisar em segredo, durante os últimos dois anos, o fóssil de 53 centímetros de uma jovem macaca, que agora foi transportado para Nova Iorque sob fortes medidas de segurança e revelado ao mundo durante as comemorações do bi-centenário do nascimento de Darwin.
No final do mês, será exibido durante apenas um dia no Museu de História Natural de Londres, antes de regressar a Oslo.
Os cientistas afirmam que Ida é o fossil mais completo de um primata jamais encontrado.
Ida, que tem unhas semelhantes aos seres humanos, em vez de garras, os dedos grandes do pés opostos, é situada na raíz da evolução humana, quando os primeiros primatas começaram a desenvolver características que posteriormente se tornaram humanas.
Ida foi descoberta por um «caçador» de fósseis há 25 anos, em Messel, na cratera de um antigo lago perto de Franckfurt, na Alemanha, famoso pelos seus fósseis.Foi também criado um site dedicado exclusivamente a esta descoberta, onde se pode consultar o artigo científico completo entre muitas outras curiosidades e factos :
http://www.revealingthelink.com/
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André Roma
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5/19/2009
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segunda-feira, 18 de maio de 2009
Exposição Darwin - O Grande Final
Olhando para trás, só se pode concluir uma coisa: esta exposição tem sido um enorme sucesso, pois todos os objectivos foram atingidos e ultrapassados. Penso que, entre outros factores, estes resultados devem-se, essencialmente, ao facto da exposição ter sido realizada e dirigida para um público de todas as idades, sendo os conceitos de fácil compreensão para todos.
Agora que nos aproximamos do final, a festa vai continuar. No fim-de-semana de encerramento, dias 23 e 24 de Maio, a Fundação Calouste Gulbenkian continua a promover diversas iniciativas. Paralelamente à exposição, vão ser realizadas conferências, concertos musicais, peças de teatro, Workshops práticos e no jardim, que terão início logo às 9h30. Deixo aqui algumas sugestões:
Conferências:
Carlos Marques da Silva: “Darwin geólogo e o paradoxo da biodiversidade”.
José A. Feijó: “Tudo o que sempre quis saber acerca de sexo (em plantas)”.
António Frias Martins: “E se Darwin voltasse agora... aos Açores?”
Octávio Mateus: “O que Darwin não sabia sobre os dinossauros”.
Mark Stoneking: “Human evolution: the molecular perspective”.
Peter e Rosemary Grant: “The evolution of Darwin’s finches”.
Teatro:
“O professor de Darwin”.
“A conferência de um macaco”.
Workshops:
“Ilustração científica”
“Como se faz uma montanha?”
“Diagnosticando Darwin: Dr. House visita Down House”
“A evolução do vírus da gripe”
Observação de aves
Construção de ninhos
Publicado simultaneamente em: www.armariumlibri.blogspot.com
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João Lourenço Monteiro
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5/18/2009
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Simpósio Fronteiras do Humano
Vai decorrer já no próximo dia 22 de Maio, das 10 e 30 às 18 horas, no auditório Armando de Castro do ISPA, o simpósio Fronteiras do Humano.
O simpósio tem como objectivo reunir investigadores de diferentes áreas, que estudem a nossa espécie e discutir os limites e o nível de complementariadade entre cada perspectiva disciplinar, as fronteiras, barreiras e articulações entre as várias disciplinas.
A entrada é livre, mas terão de efectuar as pré-inscrições em centro.biociencias@ispa.pt
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5/15/2009
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Voluntários para actividades de divulgação de ciência
A Associação Viver a Ciência (
- A grande final da exposição "A Evolução de Darwin", no fim de semana 23 e 24 de Maio, na Fundação Calouste Gulbenkian
- O mercado "Mundo Mix", 29, 30 e 31 de Maio, no Castelo de São Jorge.
Esta constitui uma oportunidade para contactarem com cientistas e o público em geral. As actividades são sobre o tema da evolução, biodiversidade e diversidade genética e têm como modelo os caracóis terrestres.
Os voluntários receberão formação em data a combinar na semana anterior ao evento.
Para mais informações por favor contactar:
Raquel Gaspar (rgaspar@viveraciencia.org)
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Carina
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5/13/2009
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domingo, 10 de maio de 2009
Conferência sobre Evolução

Vai decorrer já na próxima quarta-feira, dia 13 de Maio, pelas 14 horas no Auditório Pessoa Vaz da Universidade Lusófona de Humanidades e Técnologias, a conferência:
Evolução em Debate: De Darwin à actualidade
Vamos contar com presença de 3 grandes oradores, Doutor Frederico Almada, Doutor Octávio Mateus e Doutor André Levy, no que será um debate entre os 3 e o público, sobre a Evolução na perspectiva de 3 mentes diferentes, desde Richard Owen e Charles Darwin, até aos dias de hoje e aos Evolucionistas modernos.
A conferência terá uma duração de apróximadamente 2 horas, com um ligeiro coffee brake pelo meio.
Contamos com a vossa presença e em caso de dúvidas, contactem-nos para o biolusofona@gmail.com
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Anónimo
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5/10/2009
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
Bolsas de Integração na Investigação 2009/2010
No âmbito do Programa Ciência 2008, o ITQB oferece Bolsas de Integração na Investigação (BII) a estudantes do ensino superior (1º ciclo) dos cursos de ciências e tecnologias.Os estudantes serão integrados num dos laboratórios do ITQB onde participarão num projecto de investigação em curso sob a supervisão de um investigador doutorado do ITQB. Ao projecto de investigação realizado ao longo de um ano, e após uma avaliação positiva, correspondem 15 ECTS (Curso de Iniciação à Investigação).
Candidatura:
As candidaturas devem incluir carta de motivação, indicando os laboratórios/projectos a que se candidata, e curriculum vitae detalhado (incluindo lista e classificações das disciplinas realizadas).
As candidaturas devem ser enviadas para bii@itqb.unl.pt
Duração e valor da bolsa:
As Bolsas de Integração na Investigação Científica têm duração de 12 meses. O valor da bolsa é 140 euros mensais.
Prazos:
As candidaturas estão abertas entre 4 de Maio e 15 de Junho. A fase selecção terá lugar até 15 de Julho. As bolsas devem ter início entre 1 de Setembro e 1 de Dezembro
Ver regulamento
Laboratórios que recebem estudantes do 1º ciclo em 2009/2010:
- Laboratório de Sinalização Celular em Drosophila
- Laboratório de Superfícies Celulares e Patogénese Bacteriana
- Laboratório de Química Bio-orgânica
- Laboratório de RMN Biomolecular
- Laboratório de Desenvolvimento Microbiano
- Laboratório de Biodinâmica de sistemas
- Laboratório de Biologia Celular Bacteriana
- Laboratório de Interacção Molecular e RMN
- Laboratório de Glicobiologia
- Laboratório de Química de Coordenação e Supramolecular
- Unidade de Cristalografia Macromolecular
Para mais infornações ir ao site
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Joana Lopes
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5/08/2009
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
O equilíbrio perfeito entre a arte e a Ciência

O primeiro ecossistema totalmente fechado é um elemento de aprendizagem sobre a vida no nosso planeta e seres vivos.
A Ecosfera original (Ecosferas®) nasce da investigação aeroespacial da NASA. Buscavam-se sistemas fechados no espaço onde os astronautas pudessem viver em viagens longas. Queria-se um ambiente auto-suficiente, que produzisse alimentos e oxigênio para a tripulação e conseguisse manter a água e o ar limpo e reutilizável. Fruto destas experiências nasceram as Ecosferas do grupo internacional Ecospheres. A NASA cedeu esta tecnologia para que as pessoas pudessem entender melhor o equilíbrio na natureza. E estes pequenos mundos tão fascinantes são as Ecosferas.
http://spaceplace.nasa.gov/sp/kids/earth/wordfind/
http://www.nas.nasa.gov/About/Education/SpaceSettlement/teacher/lessons/bryan/ecosys/
É o primeiro ecossistema totalmente fechado; um mundo miniatura completo e auto-suficiente integrado numa bola de vidro. Facilmente manipulável, uma Ecosfera é um elemento de aprendizagem que nos proporciona informação interessante acerca da vida no nosso planeta, assim como uma demonstração da tecnologia para a futura exploração do espaço.
Num substrato de água marinha filtrada, habitam os camarões vermelhos, junto a microorganismos activos e algas. Dado que a Ecosfera é um ecossistema auto-suficiente, não é necessário nenhum alimento externo. Deve-se simplesmente proporcionar à Ecosfera uma quantidade de luz indirecta natural ou artificial que permita manter o ciclo biológico para poder apreciar este conjunto de arte e ciência, beleza e equilíbrio. Porque se trata de um eco-sistema fechado e independente, os recursos vivos das Ecosferas funcionam sem contaminar o meio-ambiente, de forma que a Ecosfera não necessita limpeza e requer apenas um cuidado mínimo. A esperança média de vida das Ecosferas é de dois a cinco anos, isto apesar de haver casos em que os camarões chegaram aos vinte anos na sua Ecosfera. Veja no manual de instruções para mais informação sobre a Ecosfera.
retirado do site:http://www.ecosferas.com/view_ecosferas/index.php?lang=po
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Mary Jane
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5/07/2009
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Plantas Medicinais Antimaláricas usadas na medicina tradicional de S.Tomé e Príncepe

A malária é a mais importante doença parasitária das regiões tropicais. Nas últimas décadas tem-se vindo a assistir a um aumento e a uma disseminação alargada da resistência aos fármacos antimaláricos mais comuns, o que se torna ainda mais grave devido ao custo proibitivo de fármacos mais eficazes, para a grande maioria das populações destas áreas. Há uma necessidade urgente de novos compostos terapêuticos, facilmente acessíveis e de baixos custos. Uma das possíveis fontes destes tratamentos mais acessíveis poderá advir do estudo e desenvolvimento de medicamentos à base de plantas, utilizados localmente na medicina tradicional. De facto, o reconhecimento e a validação de práticas de medicina tradicional e a procura de agentes terapêuticos derivados de plantas, pode levar ao estabelecimento de novas estratégias no controlo da malária.
Com este nosso trabalho, propusemo-nos avaliar a actividade antimalárica de algumas das plantas medicinais mais usadas pelos terapeutas tradicionais de S. Tomé e Príncipe , país onde mais de dois terços da população vive em regiões onde a malária é endémica. Tendo em conta o elevado número de casos de malária por P. falciparum resistente à cloroquina em STP, levou-se a cabo um estudo farmacológico de 13 plantas usadas no tratamento de malária e/ou febres. Este estudo corroborou o uso tradicional da maioria das plantas medicinais, e a sua actividade farmacológica foi comprovada laboratorialmente. Foram igualmente realizados ensaios de toxicidade, utilizando metodologia recomendada pela OMS. A planta Tithonia diversifolia foi submetida a Ensaios Fitoquímicos , por ser a que apresentou os melhores resultados de actividade antimalárica e simultaneamente apresentar garantias de inocuidade, relativamente aos resultados de toxicidade, pelo que poderá servir de base para um futuro desenvolvimento de novos fármacos antimaláricos. Com os resultados obtidos foi possível isolar e identificar pela primeira vez o principal composto responsável pela actividade antimalárica da planta, a Tagitinina C , e foi determinada a respectiva actividade antiplasmódica contra estirpes de P. falciparum resistente à cloroquina.
Todos os resultados obtidos foram apresentados ao Ministério da Saúde de STP, antes da sua publicação ou apresentação em Congressos Internacionais, de forma a permitir uma futura utilização local de medicamentos eficazes, seguros e economicamente viáveis, e tentando garantir deste modo que os benefícios resultantes desta investigação possam ser aproveitados e usufruídos pela população e pelos terapeutas tradicionais que forneceram os conhecimentos tradicionais que serviram de base a este estudo.
retirado do site
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BioCEL - Bio Conselho de alunos da Lusófona
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5/06/2009
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Andaluzia quer enviar linces ibéricos para Silves
O executivo regional da Andaluzia exigiu ao governo espanhol que autorize com urgência o envio de linces ibéricos para o Algarve porque os centros de recuperação estão sobrelotados.
Em declarações à Agência Lusa, Lurdes Carvalho, do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), estima que antes do Verão seja possível abrir o centro de reprodução.
Lurdes Carvalho, que coordena o Plano de Acção para a conservação do lince ibérico em Portugal salvaguarda, no entanto, que a data de inauguração do centro para os felinos depende do processo de assinatura do novo protocolo.
Em Espanha existem cerca de 60 linces ibéricos, criados em cativeiro e que estão distribuídos pelos centros de El Acebuche (Doñana), La Olivilla (Sierra Morena) e no Zoobotánico de Jerez, embora existam outros exemplares em estado selvagem.
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Anónimo
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5/04/2009
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Curso de Conservação de Fauna em Portugal - Inscrições Abertas
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BioCEL - Bio Conselho de alunos da Lusófona
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5/01/2009
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Partiu-se bloco de gelo do tamanho de Nova Iorque
Uma zona de gelo na Antártida com uma área similar à de Nova Iorque partiu-se em icebergs.
Devido ao aquecimento global, uma área de gelo similar à cidade de Nova Iorque separou-se em icebergs na Antártida.
Angelika Humbert, da Universidade de Muenster na Alemanha, disse à agência Reuters que parte da plataforma de gelo Wilkins "tornou-se instável" e como consequência "os primeiros icebergs soltaram-se".
A Wilkins é uma zona gelada, do tamanho da Jamaica, que os especialistas temem que se venha a soltar da Antártida.
A especialista explicou à Reuters que a área que se tornou uma massa de icebergs tem um total de 700 quilómetros quadrados. De referir que a área de Singapura é de 692,7 quilómetros quadrados e Nova Iorque tem cerca de 785,5.
Cerca de 370 quilómetros quadrados de gelo partiram-se nos últimos dias. A esta área junta-se os 330 quilómetros quadrados que já se tinham desfragmentado durante este mês.
O grande degelo sentido ainda não afectou drasticamente o nível do mar, porque o gelo ainda está a flutuar.
Texto retirado do site.
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André Roma
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4/29/2009
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Pedido de voluntários para trabalho de campo com o xarroco lusitano, Halobatrachus didactylus.
O xarroco lusitano é uma espécie estuarina cujos machos nidificam debaixo de pedras em águas rasas entre Maio e Agosto. Os machos emitem chamadas do seu ninho (as sirenes) em coros para atrair as fêmeas para acasalar. Os machos permanecem no ninho a prestar cuidados parentais às posturas até os juvenis adquirirem vida livre. No âmbito de um projecto financiado pela FCT sobre a comunicação acústica no xarroco lusitano, foram colocados ninhos artificiais em zonas acessíveis na maré baixa e sem influência da acção humana (base da força aérea nº 6 do Montijo) de modo a ter acesso aos machos nidificantes nas marés baixas de grande amplitude (na lua nova e lua cheia). Se bem que os registos acústicos são feitos durante as marés mortas, nas marés baixas quando se tem acesso aos ninhos existe muito trabalho que exige a participação de muitas pessoas.
São assim pedidos voluntários para dar apoio logístico nestas marés baixas de grande amplitude (assinaladas a verde no Excel em anexo) para anotar informação em papel, virar ninhos, medir peixes no campo, tirar fotografias, cronometrar tempo de amostragem de sangue para hormonas, ajudar nas anestesias para a recolha de sangue etc. No ficheiro de Excel em anexo estão assinaladas a verde as datas e horas das marés prováveis para estas saídas de campo. De notar que quando há uma série de dias em que as marés são boas não se faz a amostragem em todos os dias mas no primeiro ou segundo que seja conveniente.
Quem estiver interessado em participar neste trabalho pode enviar um email para amorim@ispa.pt dando o vosso nome, tm, email de contacto, cv muito resumido e disponibilidade geral de participação no trabalho.
Montijo
http://www.hidrografico.pt/previsao-mares.php
http://br.weather.com/weather/local/POXX0018?x=10&y=19
Data no servidor: 2009-02-17 11:14 +0000
Como a data no servidor do IH é a acima referida à na altura em que fiz este excel, é preciso acrescentar sempre 1 hora ao horários dos picos.
Quando mudar a hora oficialmente o servidor do IH já acrescentará 1 hora automaticamente. Portanto se virem online depois da mudança de hora oficial já não será necessário acrescentar 1 hora ao horário dos picos.
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BioCEL - Bio Conselho de alunos da Lusófona
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4/22/2009
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Fotos do Parque Biológico de Gaia
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Joana Lopes
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4/21/2009
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Marcadores: 02 - BioCEL - Saídas/Cursos
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Programa Marinho da SPEA procura Voluntários
O Programa Marinho da SPEA está a realizar inquéritos a pescadores sobre a interacção da Pesca com as Aves, de modo a tentar avaliar o impacto que as capturas acidentais poderão ter em algumas espécies de aves marinhas. Procuramos voluntários que estejam interessados em realizar estes inquéritos nos seguintes portos de pesca: Matosinhos, Figueira da Foz, Sesimbra, Setúbal e Sines (recomenda-se que os voluntários residam ou se encontrem na área geográfica perto destes locais). Todas as despesas de deslocação e alimentação serão asseguradas pela SPEA, assim como um seguro de acidentes pessoais.
Os interessados deverão enviar um e-mail para joana.andrade@
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BioCEL - Bio Conselho de alunos da Lusófona
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4/20/2009
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domingo, 19 de abril de 2009
CONFERÊNCIAS CHARLES DARWIN 1º PAINEL – Biologia Evolutiva
Octávio Mateus
Museu da Lourinhã/Universidade Nova de Lisboa - http://www.museulourinha.org/
RESUMO: "A Evolução na perspectiva da paleontologia"
Os fósseis são um dos melhores testemunhos da evolução pois frequentemente mostram exemplos de organismos já extintos que foram uma etapa no processo de transformação lenta e gradual, cumulativa e adaptativa, não aleatória, a que chamamos evolução.
Excelentes exemplos são dados pelos vertebrados fósseis e pelos dinossauros. A evolução gradual destes animais de corpo reptiliano e sangue frio até às aves de sangue quente que hoje dominam tantos habitats terrestres é exemplificada por milhares de fósseis. É hoje claro que os dinossauros carnívoros terópodes deram origem às aves o que é patenteado por vários fósseis de dinossauros com penas. A origem de outros grupos de vertebrados como os cetáceos, os anfíbios e até os humanos está hoje bem suportada pelo registo fóssil.
Carlos Manuel Varela Bettencourt
Licenciado em Medicina Veterinária pela Escola Superior de Medicina Veterinária de Lisboa, Mestre em Fisiologia da Reprodução pela Universidade do Utah, Logan, EUA e Doutor em Fisiologia da Reprodução pela Universidade do Missouri, Columbia, Mo., EUA. É, entre outros, Responsável pela Gestão do Centro de Experimentação do Baixo Alentejo, Técnico Superior da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, Professor convidado de Fisiologia Animal e de Reprodução, Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina Veterinária da ULHT e Professor Auxiliar (30%) do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar – Medicina Veterinária (Teriogenologia). Está envolvido em diversos projectos de melhoramento e conservação genética (ex situ e in situ) de raças autóctones das espécies bovinas, ovinas, suínos e caprinos e autor de numerosas publicações na área da produção e fisiologia da reprodução de raças autóctones de espécies pecuárias.
RESUMO: O que Darwin não sabia sobre as espécies pecuárias portuguesas
"One species does change into another"- Darwin, 1837
“It is a truly wonderful fact... that all animals and all plants throughout all time and space should be related to each other.... I can see no explanation of this great fact in the classification of all organic beings; but to the best of my judgment, it is explained through inheritance and the complex action of natural selection." - Darwin, 1859
“I soon perceived that selection was the keystone of man's success in making useful races of animals and plants. But how selection could be applied to organisms living in a state of nature remained for some time a mystery to me.”- Darwin, 1887
Quando Charles Darwin em 1859 publicou pela primeira vez “On the Origin of Species”, assumiu que este trabalho era só o início: "In the distant future I see open fields for far more important researches,". O tempo veio a provar que estava certo e que, embora passados 150 anos, o conteúdo científico da sua obra se mantém relevante. Se atendermos ao facto que o termo “genética” só surge em 1905, 23 anos depois da sua morte, compreendemos a importância do “evolucionismo” na interpretação da biodiversidade fenotípica que caracterizava, à data, as populações animais existentes. Portugal, em termos de animais domésticos, mantém uma diversidade genética considerável, representada por 15 raças de ovinos, 5 de caprinos, 15 de bovinos, 3 de suínos, 4 de equinos, e 3 de galináceos. Estas raças constituem um património único desenvolvido ao longo de séculos. No entanto, e segundo os critérios da FAO, mais de metade das raças nacionais encontra-se actualmente em risco de extinção. À luz do “Darwinismo” a evolução destas espécies seria previsível se não houvesse intervenção do homem: “Man thus closely imitates Natural Selection”. A selecção “humana”, em muitos casos, sobrepõe-se á natural conduzindo ao “abismo” muitos recursos naturais. Inúmeros exemplos se aplicam à realidade portuguesa. Exemplos da responsabilidade do homem na quase extinção de raças bovinas autóctones tais como a Cachena, a Algarvia ou a Garvoneza, ou ovinas como a Campaniça e Merina Preta, ou a da suína Bísara e Malhado de Alcobaça ou das caprinas Algarvia e Serpentina são ilustrativos da teoria preconizada há 150 anos por Charles Darwin.
“Analogy would lead me one step further, namely, to the belief that all animals and plants have descended from someone prototype. But analogy may be a deceitful guide. Nevertheless all living things have much in common” Darwin, 1839.
“That methodical selection has done wonders within a recent period in modifying our cattle, no one doubts”. Darwin, 1868.
As semelhanças fenotípicas que se verificam entre algumas espécies pecuárias da América Latina e da Península Ibérica têm levado a comunidade científica a questionar-se sobre a sua origem. Curiosamente, raças sul americanas tais como a cabra Moxotó, o bovino Caracu, e o porco Nilo, embora apresentem características morfológicas comuns a congéneres ibéricas, esta proximidade, quando medida por com marcadores genéticos, até nem é muito grande. As diferenças poderão ser enquadradas numa teoria “evolucionista”? Terão resultado de um processo de selecção natural e/ou artificial durante 500 anos? Será que a selecção natural/artificial as foi afastando do material de origem? Terá sido um processo de deriva genética, em que uma pequena amostra levada originalmente já não estará representada hoje em dia? As novas biotecnologias actuais permitem responder a algumas das questões deixadas em aberto por Darwin em 1839 na “Voyage of the Beagle”. Muitas no entanto ficam ainda por responder!
Teresa Avelar
Teresa Avelar (n. 1957) obteve em 1979 a Licenciatura em Biologia na Universidade de Norwich, Reino Unido, mas, por não lhe ter sido concedida equivalência em Portugal, tornou a licenciar-se em 1983 na Universidade de Lisboa. Em 1991 obteve o Doutoramento em Biologia na Universidade de Lisboa. Desde então leccionou no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (Lisboa) e na Universidade Lusófona. As suas publicações incluem os livros Ecologia das populações e comunidades (1996, Edições Gulbenkian, em colaboração com M.T. Rocha Pité), Quem tem medo de Charles Darwin (2004, Relógio d’Água, em colaboração com M. Matos e C. Rego) e Evolução e Criacionismo – uma relação impossível (2007, Quasi Edições, em colaboração com A. Gaspar, O. Mateus e F. Almada), e Evolução a duas vozes: Darwin e a Evolução, (2009, Bertrand Editora). Ao nível de investigação, colaborou com Margarida Matos em aspectos teóricos relacionados com a adaptação ao laboratório em Drosophila. Os seus interesses são principalmente na área da Evolução e História da Biologia Evolutiva.
RESUMO: Selecção natural e microevolução
Quando Darwin publicou A Origem das Espécies e propôs a selecção natural como principal mecanismo evolutivo, não havia dados empíricos demonstrando directamente a acção da selecção na Natureza. Hoje os exemplos são inúmeros – não só nos casos microorganismos que nós seleccionámos inadvertidamente para maior resistência a antibióticos, como em animais e plantas na Natureza. Iremos detalhar apenas alguns exemplos, escolhidos de modo a ilustrar a importância das contingências na selecção e a diversidade de espécies em que podemos demonstrar a sua acção.
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BioCEL - Bio Conselho de alunos da Lusófona
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4/19/2009
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Saída de Campo ao Parque Biológico de Gaia Realizada
Colocado por
Anónimo
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4/19/2009
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Marcadores: 02 - BioCEL - Saídas/Cursos, 05 - BioCEL - Boletim












































